segunda-feira, 27 de outubro de 2008

_Ser.

A liberdade costumava beber do meu infinito. Não bebe mais. Minha liberdade encontrou seu fim no meu fim, e fez de um novo início meu recomeço. Recomeço de forma singela, menos expressivo, mais contido, menos perturbador. Porém, não menos vivo, porém, não menos sábio. Somente mais maduro. Menos verde. Mais envelhecido. Menos torto. Mais reto. Minha liberdade agora é reta. Reta feito um trilho de um trem, pronta a tomar outro rumo à qualquer momento.

3 comentários:

]Lírica[ disse...

pronta a tomar outro rumo à qualquer momento.


meu lindoooo!!!!!! TEAMO
SEMPRE DO SEU LADO, SEMPRE PARA O QUE DER E VIER....

The Jack of Hearts disse...

Liberdade!?
Por que ela me abondana quando a luz retorna do teu corpo?
Por que teme tua presença quando teus olhos sequer encontram minha direção?
E eu, o que faço sem ela?
Só me resta te observar - é o mais perto que ela me deixa chegar - na esperança que tu vá, e eu volte a respirar.

Gustavo Porto Klein disse...

e q tomeoutros rumos, pq são sempre bons!!

abs!!