segunda-feira, 13 de julho de 2009

_Caio.

Caio teceu suas mãos em um novelo de lã feito gato.
Rasgou os lençóis que não lhe pertenciam e engoliu alguns botões caídos no chão.
Rolou no piso para coçar suas costas enquanto aguardava seu dono.
Miou na janela, raspou suas unhas contra a madeira da porta, esperou deitado no sofá.
Olhou para o relógio e viu a noite chegar, as nuvens passarem, as estrelas caírem.
Caio não era homem nem bicho. Caio era ser.

4 comentários:

Gustavo Porto Klein disse...

lindo! lindo! parabéns!! bjs p Caio.

]Laris[ disse...

que amor o Caio... lindo!!!!

beijos

Tadzzio disse...

Olá, rapaz!! Quanto tempo!! Passei por aqui pra dizer que gostei bastante do lay out novo do teu blog - e, é claro, dos teus textos também!
Abraços!!!

Maitê Medeiros disse...

Amei!